Futebol
06 Abr 2024 | 09:49 |
A diretoria do Flamengo está determinada a encaminhar o projeto de construção do seu estádio em 2024, último ano da gestão de Rodolfo Landim. Para isso, prioriza a negociação do estádio do Gasômetro, no Centro do Rio, com o fundo da Caixa Econômica, uma operação que apresenta obstáculos. Mas por que esse terreno deixou outras opções em segundo plano?
O Flamengo já fez levantamento sobre o perfil de público em seus jogos no Maracanã. A maior concentração é de pessoas moradoras na região em volta do centro do Rio. Além disso, o terreno é atendido por diversos tipos diferentes de transportes, estações de metrô, VLT, do lado da rodoviária, além de alças viárias.
A intenção do Flamengo é construir um projeto com capacidade para 75 mil pessoas. E não será uma construção barata. É preciso, portanto, garantir que o futuro estádio tenha fluxo constante de torcedores, casas cheias, para garantir a receita para pagá-lo.
Por isso, a diretoria rubro-negra está determinada a esgotar todas as possibilidades de negociação com o fundo da Caixa Econômica para comprar o terreno. Atualmente, há uma discordância entre o clube e o fundo em relação ao valor, em discussões que giram entre R$ 200 milhões e R$ 400 milhões.
Existem, sim, alternativas de terrenos já mapeados pelo Flamengo. São áreas na Zona Oeste do Rio de Janeiro, isto é, na Barra da Tijuca e bairros em volta. Poderiam ser compras mais fáceis por não envolver a burocracia de uma negociação com banco estatal. Os locais, no entanto, têm uma desvantagem considerável em relação a acesso do público habitual do Flamengo.
Após apresentar o projeto ao fundo da Caixa, a diretoria do Flamengo deve formalizá-lo com todos os dados técnicos para tentar convencer os executivos do banco. E, a partir daí, esticar a corda para tentar fechar o negócio antes de pensar em outras alternativas.
Atacante perdeu espaço com o técnico Filipe Luís após janela do meio do ano em 2025 e pode se juntar a antigos companheiros no Peixe
13 Jan 2026 | 21:00 |
O interesse do Santos em Michael ganhou um novo capítulo e alterou o rumo das negociações com o Flamengo. O atacante aceitou reduzir o salário para defender o clube paulista, o que fez a diretoria santista passar a considerar uma transferência em definitivo, deixando o empréstimo em segundo plano.
Inicialmente, o Santos enfrentava entraves diante das exigências do Flamengo, que condicionava o negócio ao pagamento pelo empréstimo e à responsabilidade integral pelos salários do jogador. Atualmente, os vencimentos de Michael ficariam abaixo apenas dos de Neymar no elenco santista, superando inclusive os de Gabigol, o que dificultava o avanço da negociação.
Diante desse cenário, a diretoria do Santos procurou o atacante e ouviu do próprio jogador a disposição em reduzir os vencimentos para viabilizar a transferência. A sinalização mudou o planejamento do clube, que agora vê a compra em definitivo como uma alternativa mais vantajosa financeiramente no médio e longo prazo.
Segundo o jornalista Lucas Musetti, do UOL, as conversas ainda não avançaram para números oficiais, mas há otimismo no lado santista por um desfecho positivo. O entendimento é de que o fato de Michael estar fora dos planos rubro-negros pode facilitar um acordo nas próximas semanas.
Após o empate entre Mirassol x Flamengo, pela última rodada do Brasileirão 2025, Michael desabafou sobre o segundo semestre da temporada e admitiu a possibilidade de deixar o clube. A partida foi a única em todo o ano em que o atacante atuou durante os 90 minutos.
“Tenho contrato até 2028, sou atleta do clube e me esforço todos os dias. Mesmo não jogando, tento levar alegria e simpatia. Claro que há momentos em que a gente fica triste por não jogar, isso é normal. Queria muito estar em campo, mas respeito meus colegas e a opinião do treinador”, afirmou o jogador.
Zagueiro se tornou reforço do Al-Hilal nesta janela e encarou o Mister, que foi seu treinador no Mengão, em sua estreia pelo clube
13 Jan 2026 | 20:00 |
Campeões da Libertadores 2019 pelo Flamengo, Pablo Marí e Jorge Jesus se reencontraram nesta segunda-feira (12), mas em lados opostos, no futebol saudita. O zagueiro espanhol defendeu o Al Hilal, enquanto o técnico português comandou o Al Nassr. Em campo, melhor para o ex-rubro-negro: vitória do Al Hilal por 3 a 1.
O confronto foi válido pela 14ª rodada do Campeonato Saudita e teve impacto direto na briga pelo título. Com o resultado, o Al Hilal disparou na liderança, chegando aos 38 pontos. Já o Al Nassr, de Jorge Jesus e Cristiano Ronaldo, permanece em segundo lugar, com 31 pontos.
Anunciado oficialmente pelo Al Hilal no domingo (11), Pablo Marí iniciou a partida no banco de reservas. Mesmo sem o zagueiro entre os titulares, o Al Nassr saiu na frente ainda no primeiro tempo. Cristiano Ronaldo abriu o placar aos 42 minutos, levando vantagem para a equipe comandada por Jorge Jesus.
Na segunda etapa, o Al Hilal reagiu rapidamente. Salem Al Dawsari empatou a partida aos 12 minutos, convertendo cobrança de pênalti. Pablo Marí entrou em campo aos 31 minutos do segundo tempo e presenciou a virada da equipe azul. Aos 36 minutos, Kanno marcou o segundo gol, e Rúben Neves, já nos acréscimos, fechou o placar em 3 a 1, consolidando a vitória do líder do campeonato.
Visivelmente incomodado com o desempenho da equipe, Jorge Jesus tomou uma decisão polêmica ao substituir Cristiano Ronaldo quando faltavam apenas sete minutos para o fim da partida. A escolha chamou atenção da imprensa local e internacional.
Após liderar com folga o Campeonato Saudita, o Al Nassr atravessa seu pior momento na temporada. A equipe somou apenas um ponto nos últimos quatro jogos, desempenho que contrasta com a campanha do Al Hilal no mesmo período. Enquanto o time de Pablo Marí venceu todas as quatro partidas recentes, somando 12 pontos, a equipe de Jorge Jesus vê a liderança cada vez mais distante e passa a conviver com questionamentos sobre o futuro do treinador.
Meia deixou claro que seu interesse é apenas em jogar pelo Mengão e faltou atividade dos Hammers, virando dúvida para o jogo contra o Tottenham
13 Jan 2026 | 19:00 |
Em meio às negociações com o Flamengo, Lucas Paquetá tomou uma atitude forte no West Ham. O meia brasileiro não participou do treino com o elenco nesta terça-feira (13) e passou a ser dúvida para o próximo compromisso da equipe inglesa pela Premier League. A informação é do portal TalkSport.
O West Ham enfrenta o Tottenham no sábado (17), às 12h (horário de Brasília), em jogo válido pela 22ª rodada do Campeonato Inglês. A ausência de Paquetá nas atividades aumenta a incerteza sobre sua presença na partida.
Um dos fatores que explicam a resistência do West Ham em negociar o brasileiro é o momento crítico vivido pelo clube na temporada. A equipe londrina ocupa a zona de rebaixamento, com apenas 14 pontos, e soma três vitórias em 21 jogos na competição. Diante desse cenário, a diretoria inglesa considera Paquetá peça fundamental na luta contra a queda para a segunda divisão, o que dificulta uma liberação imediata do jogador.
Apesar da situação do clube inglês, Lucas Paquetá tem como prioridade o retorno ao Flamengo. O meia faz jogo duro nos bastidores e busca a liberação para voltar ao futebol brasileiro ainda nesta temporada, com o objetivo de vestir novamente o Manto Sagrado.
Para tentar avançar na negociação, o Flamengo tem reunião marcada para a próxima sexta-feira (16) com David Sullivan, dono do West Ham. A informação foi divulgada pelo jornalista Rodrigo Mattos, do Uol. Segundo o repórter, o principal trunfo do Flamengo é justamente a vontade do jogador. Mesmo com mercado na Inglaterra e na Arábia Saudita, Paquetá segue firme no desejo de retornar ao clube que o revelou.