Futebol
06 Jan 2024 | 12:05 |
Lenda eterna do futebol, o tetracampeão do mundo Zagallo, morreu nessa sexta-feira (6/1) aos 92 anos. O ídolo recebeu uma série de homenagens nas redes sociais de jogadores e de ex-jogadores da Seleção Brasileira. Do elenco do tetra, vencido em 1994, nos Estados Unidos, as despedidas têm sido mais pessoais.
Bebeto, Taffarel e Ricardo Rocha, que publicou um vídeo gritando “eu te amo, Zagallo”, são alguns dos ex-atletas do histórico elenco a se despedirem do ex-técnico. Além deles, outras figuras campeãs do mundo também postaram fotos com o Velho Lobo. Da “atual geração”, Vinícius Júnior, Casemiro e Thiago Silva também postaram homenagens.
Veja algumas dessas homenagens:

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Mario Jorge Lobo Zagallo nasceu em 9 de agosto de 1931, em Atalaia. Começou sua carreira no América-RJ, seu clube do coração. Depois, transferiu-se para o Flamengo, time no qual conquistou o tricampeonato carioca (1953, 1954 e 1955). Após o Rubro-Negro, foi para o Botafogo, clube em que voltou a vencer estaduais, além da Taça Brasil.
Pela Seleção Brasileira, Zagallo esteve presente nas disputas dos Mundiais de 1958 e 1962, conquistadas pelo Brasil.
Após se aposentar dos gramados em 1966, iniciou a carreira de técnico no juvenil do Botafogo. Treinou o profissional do Fogão em quatro oportunidades, o Flamengo três vezes, o Vasco em duas ocasiões, além de Fluminense, Al-Hilal, Bangu e Portuguesa.
Zagallo foi o treinador da icônica Seleção Brasileira de 1970, tricampeã mundial no México. Foi coordenador de Parreira em 1994, Copa que o Brasil também venceu, nos Estados Unidos, e vice-campeão como treinador da Seleção em 1998, na França. Trabalhou na Copa de 2006, novamente na comissão técnica de Parreira.
Com os dois títulos vencidos como treinador e os dois como jogador, é o recordista de Mundiais, além de ser uma das três pessoas que conquistaram a Copa do Mundo tanto como jogador quanto treinador.
Atacante vive momento conturbado com a camisa do clube e pode estar em vias de ser negociado, mas não tenta pensar no Mengão neste momento
28 Mar 2026 | 15:00 |
O momento de Gonzalo Plata no Flamengo segue cercado de incertezas, mas ganhou um novo capítulo durante a Data FIFA. Após o empate em 1 a 1 entre Seleção Equatoriana e Seleção Marroquina, o atacante abriu o jogo sobre o momento delicado que vive no clube carioca.
Questionado sobre a fase fora dos gramados brasileiros, Plata foi sincero ao admitir que o ambiente da seleção tem servido como uma espécie de refúgio emocional: "Estar com os companheiros aqui, me faz esquecer tudo o que está acontecendo fora do meu entorno, onde está a minha equipe (Flamengo). Então, fico muito feliz", disse Plata.
A fala do jogador reforça o cenário já conhecido nos bastidores: fora dos planos do técnico Leonardo Jardim, o atacante enfrenta dificuldades para se firmar, principalmente por questões extracampo e pela falta de adaptação ao modelo de jogo.
Dentro de campo, Plata teve participação ativa no amistoso. Atuando como titular, contribuiu com uma assistência para o gol marcado por John Yeboah, mostrando qualidade ofensiva. No entanto, também protagonizou um momento negativo ao cometer um pênalti.
Apesar do erro, o lance não teve impacto direto no resultado, já que o gol da seleção marroquina acabou sendo anulado por invasão na área. Ainda assim, o episódio ilustra a instabilidade que tem marcado as atuações recentes do jogador.
Com a janela de transferências já encerrada no futebol brasileiro, Gonzalo Plata seguirá no Flamengo ao menos até julho. Internamente, porém, a tendência é clara: o clube trabalha com a possibilidade de negociar o atacante na próxima janela internacional, especialmente após a disputa da Copa do Mundo. A avaliação é de que o equatoriano dificilmente ganhará espaço sob o comando de Jardim, o que torna a saída o caminho mais provável para ambas as partes.
Mengão vai até o Peru para encarar o Cusco, na altitude, e entidade já escolheu o apitador que comandará a primeira partida do atual campeão
28 Mar 2026 | 14:00 |
A trajetória do Flamengo em busca de mais um título continental já tem data para começar. No dia 8 de abril, o Rubro-Negro estreia na Copa Libertadores da América enfrentando o Cusco FC, fora de casa, em um desafio que promete ser complicado não apenas pelo adversário, mas também pelas condições geográficas.
A Conmebol confirmou que o árbitro da partida será o paraguaio Derlis López, de 37 anos. Ele será auxiliado por Roberto Cañete e José Cuevas, enquanto Mário Diaz de Vivar atuará como quarto árbitro. No comando do VAR estarão Fernando Lopez e Carlos Figueiredo.
Derlis López tem apenas um jogo do Flamengo no currículo e também em altitude. Em 2025, ele apitou o empate sem gols contra a LDU Quito, em Quito, pela fase de grupos da Libertadores. Na ocasião, a arbitragem não gerou grandes polêmicas.
Apesar disso, o árbitro carrega um histórico controverso. Em 2021, foi suspenso por oito meses pela Conmebol após um erro grave enquanto atuava como VAR em um confronto entre Boca Juniors e Atlético Mineiro, na Bombonera. Naquele jogo, um gol legal dos argentinos foi invalidado, gerando forte repercussão.
Além da arbitragem, outro fator que chama atenção é o palco do confronto. A partida será disputada no Estádio Garcilaso de la Vega, localizado em Cusco, a 3.399 metros acima do nível do mar. A altitude é conhecida por dificultar o desempenho das equipes visitantes, principalmente pelo ar rarefeito. Para o time comandado por Leonardo Jardim, a adaptação será fundamental para sair com um bom resultado na estreia.
O duelo entre Cusco e Flamengo acontece na quarta-feira (08), às 21h30 (horário de Brasília), válido pelo Grupo A da competição. A chave ainda conta com Estudiantes de La Plata e Independiente Medellín, que também entram em campo na mesma rodada.
Presidente do Mengão não esconde a satisfação com novo reforço que veio na atual temporada e vê como vitória nos bastidores
28 Mar 2026 | 13:00 |
O início de trabalho de Leonardo Jardim no Flamengo tem agradado internamente, especialmente ao presidente Luiz Eduardo Baptista. Principal entusiasta da contratação do treinador português, o dirigente já demonstra satisfação com o impacto gerado pelo comandante neste primeiro mês à frente da equipe.
A chegada de Leonardo Jardim foi resultado de uma decisão estratégica tomada pela diretoria, em conjunto com o diretor de futebol José Boto, após a demissão de Filipe Luís, ainda antes da final do Campeonato Carioca. O português era considerado o plano A do clube e já figurava no radar rubro-negro desde 2020.
Segundo Bap, a adaptação do treinador foi imediata, tanto dentro quanto fora de campo. O presidente destacou a capacidade de gestão de grupo como um dos principais diferenciais de Jardim: “Com uma semana, parecia que ele estava aqui há seis meses. Ele tem um aspecto mais sério, mas no dia a dia é uma pessoa doce, que gosta de lidar com gente. O elenco abraçou ele pela forma como se relaciona com os atletas. Fora de campo, o Flamengo já marcou três pontos”, afirmou.
A escolha por Leonardo Jardim também passa por uma mudança de perfil desejada pela diretoria. Internamente, havia a avaliação de que Filipe Luís não conseguiu estabelecer uma relação de maior controle sobre o elenco, sendo considerado permissivo em alguns momentos. Com o novo treinador, o clube busca um equilíbrio maior entre gestão humana e disciplina, algo que, na visão da diretoria, já começa a aparecer neste início de trabalho.
Outro ponto relevante é a atuação mais próxima de Bap no dia a dia do futebol. O presidente revelou que tem frequentado o CT com regularidade e participado de reuniões semanais com a comissão técnica, discutindo desde desempenho em campo até logística e planejamento: “Falamos sobre o que deu certo, o que precisa melhorar, minutagem dos atletas, logística de viagens, janelas de transferências e até possibilidades na base. São muitas conversas para alinhar o clube”, explicou.