Futebol
11 Mai 2024 | 14:08 |
O Rio Grande do Sul segue sendo assolado por enchentes após fortes chuvas nas últimas semanas e isso tem causado um grande ponto de interrogação sobre a paralização do futebol brasileiro, já que só os times gaúchos terão seus jogos adiados. Neste sábado (11), a CBF publicou uma nota exigindo uma posição urgente de todos os clubes sobre a situação.
“Assim, considerando que a CBF é a entidade organizadora de diversos outros campeonatos, encaminhamos o presente ofício para os clubes filiados às Federações Estaduais e ao DF, para que se posicionem, de forma expressa e em caráter de urgência, sobre paralisação recomendada pelo Ministro do Esporte”, diz ofício enviado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
RESPONSABILIDADE DOS CLUBES?
Na última sexta (10), durante a convocação da Copa América, Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, deu uma declaração que vai de encontro ao ofício emitido pela entidade neste sábado (11). Na ocasião, o mandatário disse que a confederação não tem um "poder supremo" e que desejava o posicionamento dos clubes sobre a situação.
"Toda decisão com relação a uma competição — começar, ter, suspender, prorrogar, adiar —, a CBF vai discutir de maneira conjunta com os clubes. O poder da CBF não é um poder supremo e absoluto. É um poder limitado. A gente respeita muito todos os segmentos do Governo, porém toda a construção do futebol brasileiro está num Conselho Técnico de clubes, isso envolve todas as competições. Tem que reunir o Conselho Técnico", disse Ednaldo Rodrigues.
"Quando define uma competição, a CBF faz reuniões de Conselho Técnico da Série A, da B, da C, da D e das competições de base. Se pede uma paralisação, nós vamos dar conhecimento a cada clube, a cada série desses clubes, para que eles possam se posicionar com relação ao documento do Ministério do Esporte. E a partir daí, se for necessário, reunir o Conselho Técnico para que eles possam deliberar. “Olha, podemos parar toda a competição?”, acrescentou o presidente da CBF.
POSICIONAMENTO DOS CLUBES
Assim, com a CBF jogando suas responsabilidades para os clubes, o Flamengo terá que ter um posicionamento sobre o andamento do futebol brasileiro. Por enquanto, apenas as partidas de Grêmio, Juventude e Internacional terão suas partidas adiadas.
Hammers não pretendem facilitar a vida do Mengão para conseguir a contratação do meia, com quem já tem bases contratuais acertadas
13 Jan 2026 | 14:00 |
Lucas Paquetá é o principal alvo do Flamengo na atual janela de transferências. Diante do interesse rubro-negro, o West Ham (ING) convocou uma reunião com seus acionistas para o fim de semana, com o objetivo de discutir o valor de mercado do meio-campista e definir os próximos passos da negociação.
Segundo informações da “ESPN”, o clube inglês entende que o jogador segue valorizado no mercado europeu e avalia a possibilidade de buscar uma quantia ainda maior na negociação. Além disso, como antecipou o Gazeta do Urubu, o técnico Nuno Espírito Santo é contrário à venda, já que considera o brasileiro titular absoluto da equipe.
Segundo o portal 'Coluna do Fla', o West Ham estabeleceu o valor de 60 milhões de euros (cerca de R$ 376 milhões) para negociar Lucas Paquetá. Diante desse cenário, o Flamengo tenta reduzir a pedida e já apresentou uma proposta oficial.
A oferta rubro-negra foi de 40 milhões de euros (aproximadamente R$ 250 milhões). Os valores já estão nas mãos dos representantes do atleta, que atuam nos bastidores para convencer a diretoria do clube londrino a avançar nas conversas.
O West Ham atravessa um momento delicado na temporada 2025/26 e ocupa a zona de rebaixamento da Premier League, com sete pontos de distância para o 17º colocado. Diante desse contexto, Lucas Paquetá comunicou ao clube o desejo de retornar ao futebol brasileiro ainda nesta janela de transferências.
Revelado nas categorias de base rubro-negras, o Flamengo é a prioridade do meia. O jogador chegou a ter conversas avançadas com o Tottenham (ING), porém as negociações esfriaram, o que reforçou a possibilidade de um retorno ao clube de origem.
Tricolor mostrou interesse na contratação do volante do Mengão, mas contraproposta rubro-negra fez com que contatos fossem paralisados
13 Jan 2026 | 13:00 |
A janela de transferências começou agitada nos bastidores, e o São Paulo procurou o Flamengo para tentar a contratação do volante Allan. No entanto, a resposta rubro-negra foi direta: só aceitaria negociar o jogador caso o meia Marcos Antônio fosse incluído na operação.
Segundo informações do GE, a diretoria tricolor optou por recuar e praticamente encerrou as conversas. A ideia do Flamengo não era realizar uma troca simples, mas estruturar uma negociação vinculada, utilizando Allan como parte de um acordo mais amplo, cenário que não avançou entre as partes.
Internamente, Marcos Antônio se encaixa no perfil de reforço buscado pelo presidente Bap e pela comissão técnica do Flamengo. O meia é visto como uma peça que poderia agregar dinâmica e intensidade ao setor de meio-campo, o que motivou a exigência rubro-negra na negociação. Sem a concordância do São Paulo em ampliar os moldes do acordo, a tratativa esfriou e dificilmente será retomada nesta janela.
Colocado na lista de jogadores negociáveis do Flamengo, Allan também despertou o interesse do Corinthians. De acordo com o UOL, o clube paulista entrou em contato com o volante para apresentar o projeto esportivo comandado pelo técnico Dorival Júnior. Até o momento, porém, não houve avanço concreto nas tratativas entre Corinthians e Flamengo.
Sem espaço no elenco dirigido por Filipe Luís, Allan ficou fora até mesmo da lista de relacionados para a final da Libertadores de 2025 e não foi inscrito para o Mundial de Clubes, disputado em Doha, no Catar. O volante tem contrato com o Flamengo até o fim de 2027, mas a tendência é de saída caso surja uma proposta considerada viável pela diretoria.
Mengão pressiona Liga devido a cláusula do contrato que não especifica valores de distribuição e não teve aprovação unânime como diz estatuto
13 Jan 2026 | 12:00 |
O Flamengo formalizou uma cobrança à cúpula da Libra em busca de uma solução para uma lacuna no contrato de direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro da Série A. O problema envolve a ausência de reajuste financeiro mesmo com o aumento no número de clubes participantes, o que deve gerar perdas para todas as equipes do grupo a partir de 2026. A informação é do jornalista Rodrigo Mattos, do Uol.
Pelo acordo vigente, não há previsão de acréscimo no valor do contrato em caso de ascensão de clubes à elite. Com isso, a entrada do Remo fará com que a Série A passe a contar com dez clubes da Libra, sem ajuste automático nas cotas.
O contrato da Libra prevê uma redução de 11% nos valores caso um clube do grupo seja rebaixado e apenas oito equipes disputem a Série A. No entanto, o documento não estabelece aumento proporcional quando há crescimento no número de participantes, como ocorrerá em 2026.
Atualmente, o contrato bruto da Libra é de R$ 1,170 bilhão, valor que ainda sofre descontos referentes a clubes da Série B e impostos. Esse montante será dividido entre dez equipes, o que resultará em repasses menores do que os recebidos em 2025, impactando diretamente todos os clubes envolvidos.
Diante do cenário, segundo Mattos, o Flamengo enviou uma carta oficial e, posteriormente, entrou em contato com o executivo da Libra, Silvio Mattos. Inicialmente, o dirigente informou que havia negociações em andamento com a Globo para tentar um reajuste contratual. Em contato posterior, porém, afirmou que a situação estava travada.
Ainda de acordo com Rodrigo Mattos o clube voltou a se manifestar após não ter resposta, desta vez diretamente à cúpula da Libra, composta pelos diretores institucionais Julio Casares, do São Paulo, e André Rocha, do Red Bull Bragantino. O Flamengo exige que o valor do contrato seja reajustado para R$ 1,3 bilhão, acrescido da correção inflacionária, como forma de preservar as cotas atuais. Além disso, o Rubro-Negro deixou claro que só assinará o aditivo contratual necessário para a inclusão do Remo no acordo após a resolução do impasse.
Até o momento, não houve resposta oficial dos diretores institucionais da Libra. A assessoria da entidade também não se manifestou. O presidente do São Paulo, Julio Casares, igualmente não retornou aos pedidos de posicionamento.