Futebol
Estreia do Flamengo no Carioca é antecipada e estádio do jogo segue indefinido
05 Jan 2026 | 16:20
Futebol
02 Nov 2024 | 12:39 |
O futuro estádio do Flamengo, que será construído na região do Gasômetro, no Centro do Rio de Janeiro, foi abordado pelo presidente Rodolfo Landim em entrevista ao jornal O Globo, onde também abordou o número de técnicos do clube durante sua gestão. Segundo o atual mandatário, que permanece no cargo até o final de dezembro, potenciais compradores dos Naming Rights estarão presentes no primeiro jogo da final entre Flamengo e Atlético-MG, neste domingo (3), no Maracanã.
Os Naming Rights são considerados uma das principais fontes de receita para a construção do novo estádio. O Flamengo acredita que pode gerar entre R$70 e R$80 milhões anualmente com a comercialização desses direitos, que permitem a uma empresa nomear o estádio. “A gente já está fazendo alguns contatos. Tem gente até vindo do exterior para assistir ao jogo no domingo”, disse Landim.
Além disso, Landim comentou sobre a capacidade do novo estádio. “Ainda há coisas para amarrar com os Bombeiros em relação ao projeto. Dependendo do que a gente negociar, vai poder aumentar ou diminuir o número de pessoas do estádio. Mas os números são entre 75 mil e 79 mil lugares no total”, finalizou o presidente.
Caso Rodrigo Dunshee, seu candidato, vença as eleições, Landim assumirá o cargo de CEO do Flamengo e ficará responsável pelo projeto do estádio. Os concorrentes na eleição são Luiz Eduardo Baptista, o Bap, que afirmou em entrevista recente que trará o especialista Fabrício Chicca para trabalhar como consultor de sua equipe sobre o estádio, e Maurício Gomes de Mattos, que também afirmou ter acordo com o dono do canal Mundo na Bola. A votação ocorrerá no dia 9 de dezembro.
O novo estádio do Flamengo é um sonho antigo da Nação Rubro-Negra que ficou mais próximo de se realizar após o clube efetuar a compra do terreno do Gasômetro, na região portuária da cidade do Rio de Janeiro, que fazia parte do Fundo de Investimentos Imobiliário Porto Maravilha, gerido pela Caixa. Após polêmica devido a desapropriação do terreno, o clube e o banco se acertaram sobre valores e a situação jurídica teve ponto final, e o Mais Querido pode receber o termo de posse do local.
Reapresentação do elenco principal ocorre dia 12 de janeiro, mas clube já projeta sequência insana por quatro competições diferentes devido ao calendário
06 Jan 2026 | 00:31 |
Com a reapresentação do elenco principal agendada para o próximo dia 12 de janeiro, o planejamento do Flamengo já está voltado para uma verdadeira "prova de fogo" logo nos primeiros meses do ano. O motivo é o calendário comprimido, que pode impor ao Rubro-Negro uma sequência de até 12 partidas em um intervalo de apenas 40 dias.
A maratona está prevista para ocorrer entre 21 de janeiro, data provável da estreia dos titulares, e 1º de março. Para atingir essa marca, o time precisa avançar às fases decisivas do Campeonato Carioca. O cenário exige atenção redobrada da preparação física, visto que a equipe disputará simultaneamente o Estadual, a Supercopa do Brasil, a Recopa Sul-Americana e o Campeonato Brasileiro.
A densidade de jogos tem uma explicação clara: 2026 é ano de Copa do Mundo. Para adequar as datas e liberar os atletas no meio do ano, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) antecipou o início do Brasileirão. Isso criou um "engarrafamento" de competições para clubes que, como o Flamengo, disputam torneios continentais e finais nacionais.
O cronograma prevê duelos de alto nível sem semanas livres para recuperação. A agenda inclui clássicos regionais, a disputa da Supercopa contra o Corinthians e finais internacionais contra o Lanús, da Argentina.
Antes mesmo da reapresentação das estrelas, a bola vai rolar. O Flamengo estreia no Campeonato Carioca no dia 11 de janeiro, contra a Portuguesa. Para este compromisso, o clube escalará uma equipe formada majoritariamente por jovens da base, sob o comando do técnico Bruno Pivetti.
Esta partida é o exemplo perfeito da complexidade do calendário. Válida pela quinta rodada, ela foi antecipada (originalmente seria em 31 de janeiro) porque a data original colidia com a véspera da Supercopa do Brasil, marcada para 1º de fevereiro, contra o Corinthians.
A comissão técnica ainda avalia o momento exato para a estreia do grupo principal, mas a tendência é que ocorra no dia 21 de janeiro, em um clássico contra o Vasco, pela terceira rodada do Carioca. A partir daí, a sequência é intensa: Fluminense (25/01), estreia no Brasileirão contra o São Paulo (28/01) e a decisão da Supercopa (01/02).
Além disso, há um conflito de agenda no horizonte. A tabela prevê um jogo contra o Mirassol pelo Brasileiro no dia 25 de fevereiro, apenas um dia antes do jogo de volta da Recopa Sul-Americana contra o Lanús (26/02). Naturalmente, o duelo contra os paulistas deverá ser remanejado.
O armador argentino de 33 anos chega ao clube paulista com a responsabilidade de ser o "cérebro" do time comandado por Rafael Guanaes
05 Jan 2026 | 21:00 |
Na tarde desta segunda-feira (5), o Mirassol confirmou oficialmente o fim das especulações e anunciou Lucas Mugni como seu mais novo reforço para a temporada de 2026. O meio-campista argentino, com passagem marcante pelo futebol brasileiro, incluindo o Flamengo, vestirá a camisa do Leão na jornada mais importante da história do clube.
Aos 33 anos, Lucas Mugni desembarca no interior paulista com a missão de assumir a titularidade e a organização do setor de criação, trazendo bagagem internacional para um elenco que terá desafios de alto nível pela frente.
O planejamento do Mirassol para 2026 é ambicioso. Com a disputa inédita da Copa Libertadores, além do Campeonato Paulista, Copa do Brasil e Brasileirão, a exigência sobre o elenco será maior do que em 2025. Sob a batuta do técnico Rafael Guanaes, a aposta em Lucas Mugni visa elevar o patamar técnico da equipe.
Conhecido por sua visão de jogo apurada, qualidade no passe e capacidade de cadenciar o ritmo das partidas, o argentino é visto pela comissão técnica como o "cérebro" necessário para os momentos decisivos. A expectativa interna é que ele assuma o protagonismo na criação das jogadas ofensivas.
Lucas Mugni é o quinto nome confirmado pelo Mirassol nesta janela de transferências. Antes do ex-jogador do Flamengo, o clube já havia oficializado as chegadas do volante Yuri Lara e dos atacantes Rodrigues Rodrigues, Nathan Fogaça e André Luís.
Diretoria rubro-negra foca energias na contratação do atacante do Cruzeiro e propõe pacote total de R$ 207 milhões; Filipe Luís busca mobilidade para o ataque
05 Jan 2026 | 19:00 |
Mesmo diante da resistência inicial encontrada nas negociações com o Cruzeiro, o Flamengo mantém a confiança e segue tratando a contratação de Kaio Jorge como prioridade absoluta nesta janela de transferências. Em contato com a reportagem do portal Gazeta do Urubu, uma fonte ligada à cúpula do clube assegurou que o foco está totalmente voltado para o atacante celeste: "Flamengo está colocando as energias no Kaio Jorge. Ele é o nosso foco", garantiu.
A persistência do clube carioca se justifica pelo alinhamento entre a direção e a comissão técnica. O treinador Filipe Luís solicitou especificamente um atacante com características de mobilidade e velocidade, buscando uma alternativa tática ao estilo de jogo de Pedro, que atua como um centroavante de ofício e referência na área.
Para convencer o time mineiro, o Flamengo formalizou uma proposta que envolve cifras complexas e recordes para o cenário nacional. A oferta consiste em 24 milhões de euros em dinheiro, somados à cessão definitiva dos direitos econômicos de Everton Cebolinha. Internamente, o Flamengo avalia o ponta em 8 milhões de euros, o que totaliza um pacote de 32 milhões de euros (aproximadamente R$ 207 milhões).
Nos bastidores da Gávea, a avaliação é de que esta operação configuraria a maior contratação da história do futebol brasileiro. Matematicamente, o valor total já supera em 12 milhões de euros a melhor proposta vinda do futebol europeu pelo atleta.
No entanto, o principal entrave continua sendo a postura de Pedro Lourenço, gestor da SAF do Cruzeiro. O mandatário fixou o preço de saída de Kaio Jorge em 50 milhões de euros, criando uma diferença de 18 milhões de euros (cerca de R$ 116 milhões) entre o oferecido e o pedido.