Futebol

TITE VOLTA A DETONAR CALENDÁRIO DO BRASILEIRÃO: "ISSO PODE TER MACHUCADO O BRUNO HENRIQUE"

O técnico falou sobre a dificuldade do Flamengo manter a regularidade com pouco tempo de descanso

Foto: Reprodução/ FlaTv
Foto: Reprodução/ FlaTv

07 Jul 2024 | 07:52 |

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O Flamengo têm tido uma dura sequência de jogos no Brasileirão, junto a isso, o Mais Querido também vem sofrendo com desfalques, seja por convocação para a Copa América ou lesões. Desse modo, o técnico Tite voltou a criticar o calendário do futebol brasileiro, depois de mais um jogo intervalo menos que 72 horas.


“É difícil não falar da questão do calendário. A gente faz a análise do adversário e não tem como treinar para esse jogo. Você coloca no vídeo e tenta fazer com que as coisas cheguem na hora. Foi o terceiro jogo seguido em menos de 72h. Não conseguimos manter a regularidade para colocar a gente na cara do gol, de ter uma finalização mais limpa”, iniciou Tite após Flamengo 1 x 1 Cuiabá.


 LESÃO DE BRUNO HENRIQUE E POUCO TEMPO DE DESCANSO


Além disso, Tite também destacou que Bruno Henrique talvez não tivesse deixado o campo lesionado se estivesse nas condições ideais. O técnico do Mais Querido criticou a federação de atletas, que diminuiu o intervalo mínimo permitido entre as partidas para menos de 66 horas.

“Eu não sei se, o Bruno Henrique estando limpo, ele consegue sair do contato e não machucar. Mas quando há jogos excessivos a propensão de um atleta machucar é muito maior. Fica o registro. Se o sindicato dos atletas colocou que 66 horas é o tempo mínimo (entre uma partida e outra), eles estão errados também. Estou colocando na condicional. Eu não sei se isso pode ter influenciado a ele ter se machucado.”


FOCO NO PRÓXIMO CONFRONTO

Apesar da reclamação de Tite, o elenco do Flamengo terá agora cinco dias até voltar a campo novamente. Isso porque, a próxima partida do Mais Querido será somente no dia 11 de julho, quando encara o Fortaleza, pela 16ª rodada do Brasileirão, no Maracanã.


Futebol

Paquetá finaliza reforma em mansão na Barra em meio a negociações com Flamengo

Imóvel de alto padrão será entregue aos pais do jogador nos próximos dias; coincidência com a janela de transferências agita torcida rubro-negra sobre possível

Nova mansão de Lucas Paquetá na Barra conta com área gourmet completa, piscina e campo de futebol privativo - foto:reprodução
Nova mansão de Lucas Paquetá na Barra conta com área gourmet completa, piscina e campo de futebol privativo - foto:reprodução

23 Jan 2026 | 15:36 |

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Lucas Paquetá tem um novo endereço de referência no Rio de Janeiro. O meio-campista do West Ham concluiu recentemente a construção de uma mansão de alto padrão em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade.


Embora o imóvel tenha sido projetado para residência de seus pais, a entrega das chaves, prevista para os próximos dias, chama a atenção por coincidir com o momento em que o Flamengo intensifica as tratativas para repatriar o jogador ainda nesta janela de transferências.


A nova casa segue uma estética sóbria e elegante, utilizando uma paleta de tons claros e terrosos. O projeto arquitetônico busca fundir o conforto urbano com um clima relaxante de "casa de praia", evitando excessos decorativos e priorizando a funcionalidade.


DIVERGÊNCIA EM BÔNUS

O ponto de discórdia que precisa ser superado agora é o modelo de desembolso. A proposta que o West Ham recusou, gerando o ruído sobre o fim da negociação, consistia no pagamento de 35 milhões de euros fixos (parcelados) mais 5 milhões de euros em bônus por metas.


Os ingleses foram taxativos na contraproposta: aceitam os 40 milhões de euros, desde que o valor seja integralmente fixo, sem dependência de variáveis de performance. Além disso, o clube europeu exige o pagamento preferencialmente à vista ou com o mínimo de parcelamento possível.


Futebol

Comentarista diz que Paquetá não vale o que o Flamengo aceita pagar

Ex-jogador afirma que com o valor que pretende investir no retorno do meia, o Mengão poderia contratar dois jogadores de bom nível

Casagrande detona valor que o Flamengo quer pagar por Lucas Paquetá para tirá-lo do West Ham - Foto: Reprodução
Casagrande detona valor que o Flamengo quer pagar por Lucas Paquetá para tirá-lo do West Ham - Foto: Reprodução

23 Jan 2026 | 15:31 |

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O comentarista Walter Casagrande Jr opinou que o Flamengo deveria rever a estratégia de investir alto em Lucas Paquetá, atualmente no West Ham (ING). Em programa do Uol, o ex-jogador afirmou que o valor pedido pelos ingleses não se justifica tecnicamente.


Casagrande sobre Paquetá no Flamengo: "poderia contratar com essa grana toda uns dois jogadores muito bons..."


“Não acho que é jogador para 45 milhões de euros. Eu acho que o Flamengo poderia contratar com essa grana toda uns dois jogadores muito bons, pagar menos e com salário menor. E crescer ali dentro do elenco do próprio Flamengo, desenvolver ali dentro do próprio Flamengo”, avaliou Casagrande.


Apesar de reconhecer a qualidade do atleta, o comentarista fez ressalvas ao estilo de jogo do meia. “Eu acho que o Paquetá é um bom jogador, um ótimo jogador. Mas não é um estilo que me agrada. É um estilo que toca muito para o lado e muito para trás”, completou.

VALOR TOTAL DA TRANSFERÊNCIA JÁ TEM CONSENSO


Nos bastidores, entretanto, a negociação avançou. Segundo informações confirmadas pelo jornalista Rodrigo Mattos, em apuração que corrobora levantamento do Gazeta do Urubu, Flamengo e West Ham chegaram a um denominador comum quanto ao valor global da transferência: 40 milhões de euros (cerca de R$ 240 milhões).

Apesar do avanço financeiro, o acordo ainda não foi fechado. Restam pontos relevantes a serem ajustados, o que mantém a negociação em compasso de espera. Internamente, o Flamengo trata o momento como progresso significativo, e não como recusa.

IMPASSE ESTÁ NA FORMA DE PAGAMENTO

A principal divergência envolve a estrutura financeira da operação. O West Ham, que inicialmente pedia 60 milhões de euros, reduziu a pedida para 45 milhões e, após novas conversas na última sexta-feira, fixou o valor em 40 milhões de euros, movimento atribuído em parte à pressão do próprio jogador para retornar ao Brasil.

O modelo apresentado pelo Flamengo, no entanto, não agradou. A proposta prevê 35 milhões de euros fixos, pagos de forma parcelada, mais 5 milhões em bônus por metas. Os ingleses, por sua vez, exigem que os 40 milhões sejam integralmente fixos, sem variáveis, e com preferência por pagamento à vista ou com o menor parcelamento possível.


Futebol

Ex-Flamengo admite falhas de sua gestão do incêndio no Ninho do Urubu

Ex-dirigente do Mengão acredita que antiga direção deveria ter acertado com todas as famílias antes do fim de seu período à frente do clube

Ex-dirigente do Flamengo, Marcos Braz admite que gestão Landim conduziu mal incêndio do Ninho - Foto: Reproduçãi
Ex-dirigente do Flamengo, Marcos Braz admite que gestão Landim conduziu mal incêndio do Ninho - Foto: Reproduçãi

23 Jan 2026 | 15:10 |

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Ex-vice-presidente de futebol do Flamengo e recém-promovido à Série A com o Remo, Marcos Braz concedeu entrevista ao ge e abriu detalhes dos bastidores do clube durante o período em que atuou como dirigente. Entre os temas abordados, ele falou sobre decisões administrativas, demissões de treinadores e episódios fora de campo envolvendo torcedores.


AUTOCRÍTICA SOBRE A TRAGÉDIA DO NINHO DO URUBU

Marcos Braz sobre tragédia no Ninho enquanto estava no Flamengo: "Faltou habilidade em todos os sentidos..."


Um dos pontos mais sensíveis da entrevista foi a gestão da tragédia do Ninho do Urubu, ocorrida em 2019. Braz, que foi o primeiro dirigente a chegar ao local do incêndio, admitiu falhas da diretoria comandada por Rodolfo Landim, especialmente por não ter concluído os acordos com todas as famílias das vítimas antes do fim do mandato.


“Acho que a gente poderia ter alguns cuidados a mais do que a gente teve. Independentemente do prazo, um pouco mais ou menos, a nossa gestão deveria ter feito o último acordo. Faltou habilidade em todos os sentidos em relação a isso, é o único ponto”, afirmou.

RELATO SOBRE O IMPACTO PESSOAL DA TRAGÉDIA


O ex-dirigente do Flamengo também descreveu o impacto emocional ao presenciar o cenário da tragédia, reforçando que, apesar da criação de um comitê de crise, reconhece que o encerramento das negociações deveria ter sido prioridade absoluta.

“Eu vi cenas que não gostaria que nem meu pior inimigo visse, mas tratamos o assunto como deveria ser tratado. Existiu um comitê de crise instalado e foi isso. Para responder à pergunta, eu acho que deveríamos ter feito o último acordo e não fizemos. Não sei se o diferencial foi grande, nunca participei dessas negociações e não posso ser incorreto, mas deveríamos ter encerrado e não foi feito”, completou.



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